O pobre pode depender da caridade televisiva, onde a audiência proporciona lucros fantásticos aos apresentadores. O que não pode é depender de política pública. Quando a ajuda vem do Estado, vira ‘acomodação’. Quando vem do patrocinador, vira solidariedade.
A pobreza não desaparece porque alguém aprendeu a pensar como milionário. A geladeira não se enche com frases motivacionais. E a conta de luz não aceita como pagamento um certificado de inteligência emocional.