CRÔNICAS

Quem era Camões no bairro de Aparecida?

Em: 01 de Agosto de 2026 Visualizações: 3.861
Quem era Camões no bairro de Aparecida?

“E mesmo que toda a gente / fique rindo, duvidando / destas estórias que narro / Não me importo: vou contente / toscamente improvisando / na minha frauta de barro”. (Luiz Bacellar. Frauta de barro. 1963)

Dois poetas e um bairro. Talvez até por dever de ofício, Luiz Bacellar (1928-2012) fosse o único morador do popular bairro dos Tocos, em Manaus, que nos anos 1950 sabia quem era Luiz Vaz de Camões, seu xará, nascido em Portugal no séc. XVI. Mas "todo o mundo é composto de mudança". Com a criação da paróquia, o bairro trocou o nome para Aparecida. E Bacellar? Ficou conhecido nacionalmente ao ganhar, em 1959, o Prêmio Olavo Bilac de poesia com o voto encomiástico do poeta Manuel Bandeira. Quanto a Camões, o príncipe dos poetas, tema de aulas de literatura do Colégio Estadual do Amazonas, seu nome passou a designar a mais importante distinção literária da língua portuguesa.

Luiz, o português, inspirava Luiz, o amazonense que, sempre no final da tarde, costumava sentar-se em pijamas numa cadeira de balanço na calçada de sua casa na rua Xavier de Mendonça para ler um livro diante de frondosa mangueira. Era Os Lusíadas. Lido e relido. Um dia, levantou os olhos e observou moleques que, depois de jogarem bola na rua, se lambuzavam com mangas maduras caídas da árvore. Leu para nós um trecho do Canto V, com voz que tremia levemente, num tom carregado do peso da história ali contida. Ouvimos em silêncio respeitoso e vibramos com os versos:

Vasco da Gama, o forte Capitão, / Que a tamanhas empresas se oferece /

De soberbo e de altivo coração, / a quem Fortuna sempre favorece.

- Vocês entenderam? – perguntou Bacellar, autor de Frauta de Barro, “uma das mais importantes obras da poesia brasileira de todos os tempos e toda escrita em Manaus”, segundo Thiago de Mello. Quem respondeu foi o Ivan Boca-de-sentina, apelido do mais escolarizado da turma:

- Entendi. Ele está dizendo que a sorte sempre favorece o Vasco, o time da virada.

Prosseguiu fazendo referência ao noticiário dias antes da Rádio Baré, quando o Real Madrid, que disputava com o Vasco a taça do Torneio de Paris, começou ganhando com gol do Di Stéfano, mas o Cruzmaltino virou o jogo com a vitória final de 4 x 3. Citou os craques Sabará, Vavá e Pinga, cuja atuação em campo repercutiu ali em frente na banca de tacacá da dona Alvina.

Bacellar esclareceu didaticamente que o Vasco da Gama do verso era uma homenagem ao grande navegador português e que o nome do Clube de futebol do Rio era uma homenagem a ele, que descobriu o caminho marítimo para a Índia, sem o qual não estaríamos comendo mangas. A mangueira. desconhecida no Brasil, foi trazida de lá e se aclimatou muito bem aqui.

- Mas então porque ele menciona Bellini, “o forte capitão” do Vasco? - indagou Ivan abrindo bem a boca.

- Não! Não! Bellini é o capitão do time, mas o “forte capitão” do verso é o próprio Vasco da Gama. Sua história está aqui – dizia Bacellar dando tapinhas com a mão na capa marrom do livro. Mostrou um mapa e nos aconselhou a ler Os Lusíadas para conhecer mais a história de quem inspirou o nosso time.

As ruas do bairro

Os vascaínos roíamos as unhas de curiosidade, mas era difícil entender o que estava escrito. O livro, que usa linguagem do séc. XVI, cantava - segundo Bacellar - a coragem do povo lusitano que, por sinal, se fazia presente nos nomes das ruas do bairro, a começar por Xavier de Mendonça, irmão do Marquês de Pombal, que governou o Estado do Grão-Pará no séc. XVIII.  Portugal estava encravado em cada paralelepípedo da outra principal artéria, batizada com nome de Alexandre Amorim, cônsul de Portugal, que criou no séc. XIX a Companhia de Navegação do Alto Amazonas.

Os logradouros glorificam o colonizador: militares, políticos, comerciantes, administradores com título nobiliárquico, como Wilkens de Matos, o barão de Maruiá, descendente de lusitanos. E os poetas? Nada. Nem morta, filha. Ou “nem fal´cida, cachopa”, na tradução de Márcio Souza ao português lusitano, uma das tantas línguas faladas em nosso idioma. Inexiste em Aparecida uma rua Camões ou Sá de Miranda. Sequer um beco Ajuricaba a celebrar a resistência indígena. Por que não trocar agora o nome da Xavier por rua Luiz Bacellar, descendente de portugueses?

Bacellar jurava que sua tia avó Donana, com quem morava, pertencia a uma família que tinha vindo lá da “terrinha” desde tempos imemoriais, daí seu amor pela cultura portuguesa. Tudo teria começado no séc. XIII, com o Conde de Barcelos, filho bastardo de D. Dinis, o “Rei Trovador”, autor de “cantigas de amor, cantigas de amigo e cantigas de escárnio e maldizer”. Bacellar garantia, portanto, que sua origem era nobre e que descendia do rei poeta. Quem foi verificar essa história in loco foi o pintor Moacir Andrade, morador na rua Alexandre Amorim. Em 1969, sob o patrocínio do Itamaraty, ele realizou uma exposição individual de seus quadros em Portugal, alguns deles hoje no acervo do Museu de Arte Moderna de Lisboa.

Depois de ser empossado como membro da Academia de Artes de Lisboa, Moacir aproveitou para visitar o Paço do Conde, no distrito de Braga. Lá encontrou no topo de um morro de granito o castelo em ruínas, que começou a se desmilinguir com o terremoto de 1755. Foi aí que o pintor desconstruiu a nobreza do nosso poeta, exibindo fotos. Inventou, de pura sacanagem, que Bacellar descendia de um plebeu, cuidador dos cavalos, das carruagens e da estrebaria. Diariamente o Conde de Barcelos gritava da janela do palácio para o seu cavalariço anônimo:  

- Ô M´nino, ba selar o cavalo.

Por causa disso, de tanto o Conde repetir a ordem ba selar, ba selar, todo mundo começou a chamar o m´nimo sem nome de Bacelar – dizia Moacir zoando seu amigo poeta.

Tripa de vitela

Mas os portugueses vivos, de carne e osso, não cessavam de chegar a Manaus, especialmente na época áurea da borracha. Mais recentemente, a longa noite tenebrosa da ditadura de Salazar (1932-1968) fez com que muitos deles emigrassem para o Brasil por razões políticas, econômicas ou familiares. Foram acolhidos no Bairro dos Tocos, onde a colônia lusa se tornou numerosa. Abriram comércios de secos e molhados, mercearias, padarias, açougues, tabernas e bares.

Talvez o bairro de Aparecida fosse mesmo o lugar mais interessante, nos anos 40 e 50, para um portuga recomeçar sua vida em Manaus. Havia um clima receptivo, lusófilo, gerado pelo saudoso comandante Ventura, criador do Corpo de Bombeiros Voluntários de Manaus e fundador do Grupo Musical de Danças Folclóricas Lusas formado por meninas do bairro, entre elas quatro irmãs minhas. O quartel dos Bombeiros ficava na Alexandre Amorim, rua que abrigava vários comerciantes nascidos em Portugal.

Nesta rua, lá no Plano Inclinado, se instalou o Mário Soeiro com um bar. Duas quadras acima a taberna de seu irmão Cassiano na esquina com a Coronel Salgado, além do armazém de secos e molhados do seu Armindo da Casa Dias já na confluência com a Dez de Julho, rua onde ficava o Bar Brasil do seu Antônio e a Loja Cabacense de Antônio Gonçalves Pureza, que vendia ferramentas, produtos importados e miudezas.

Os portugueses se espalharam pelas 15 ruas e 13 becos do bairro. O comércio do Fernando português ocupava um imóvel na esquina da Xavier com a Gustavo Sampaio, bem em frente à taberna do seu Júlio, natural de Viana do Castelo. Ainda na Xavier, a padaria do seu Armando fazia pão em forno de lenha, tendo como vizinhos seu Porfírio Afonso e dona Amália do Distrito de Leiria, além das lusitanas Alzira, Balula e Armanda.

Carolina Neves conhecida doceira, célebre por seus saborosos pastéis de nata, depois de morta, virou nome de um beco, onde se estabeleceu, em 1953, o Armando da Bica, recém-chegado de Coimbra, então com 17 anos de idade. Com ajuda do seu tio Armindo, dono da Casa Dias, arrendou a taberna da Dona Bati na esquina da Xavier de Mendonça. No mesmo beco, morava dona Vera Margarida numa casa com quintal onde plantava uvas. Bem em frente, o seu Leopoldino e dona Generosa que, justificando o nome, me fez saborear a primeira rabanada e o primeiro pastel de Belém, cujo cheiro de casca de limão e canela guardo na memória afetiva e olfativa.

A dona Carolina Neves era mãe do Zé Buchinho e avó da Fátima Buchinho, a grande estrela do grupo folclórico criado pelo comandante Ventura. Vestida com trajes coloridos típicos da terrinha, com um xale sobre os ombros, Fátima “acabava com o açaí” ao cantar Maria Papoula. Ela era a nossa Amália Rodrigues de igarapé, da mesma forma que o fadista Alfredo Marceneiro do bairro de Aparecida era o Maravalhas.

Nascido em Póvoa de Varzim, José Fernandes Gomes Novo, o Maravalhas, morava na Bandeira Branca e trabalhava com o pai, responsável pela atracação dos navios no porto de Manaus. No fim de semana, porém, ele era poeta, cantor e artista. Cantava fados na Rádio Baré e no Luso Sporting Club, do qual foi diretor e onde, aos domingos, preparava tripa de vitela com chouriço e toucinho. Era vascaíno, como todos os patrícios, nunca perguntei, mas suspeito que não havia lido Os Lusíadas.

Ferida que dói

A maioria dos migrantes portugueses, com letramento precário, não conhecia Camões, que só reapareceu em minha vida quando entrei, aos 16 anos, no Curso Clássico do Colégio Estadual do Amazonas. Lá tive aulas de Literatura Portuguesa com o professor Farias de Carvalho, poeta, fundador do Clube da Madrugada. Aula é um modo de dizer. Ele não dava aula. Declamava. Era ator performático, usava os recursos corporais, as bochechas infladas, as mãos fartas, o olhar penetrante, o riso sardônico. Parecia Orson Welles, no físico e no espírito: um clown charmoso e provocador, corpulento, carismático.

Autor de Pássaro de Cinza (1957) e Cartilha do Bem Sofrer com Lições de Bem Amar (1965), o poeta Farias de Carvalho focou três nomes no programa da disciplina: Gil Vicente no teatro, Sá de Miranda na poesia e Camões na narrativa da história por meio de versos. Por ínvios caminhos, o professor nos fez apreciar esses autores, o que muito me ajudaria nos dois vestibulares que fiz depois na UFRJ: Jornalismo e Direito.

No dia em que ditava um ponto sobre Os Lusíadas, Farias de Carvalho estava com a macaca solta. Baixou nele o espírito de Falstaff, personagem burlesco e farsante de Shakespeare recriado por Welles. Enquanto reverenciava, trovejante, "as armas e os barões assinalados" e velejava, endiabrado, "por mares nunca de antes navegados", viu que nenhum aluno estava interessado, alguns copiavam mecanicamente a aula ditada com repetidos bocejos. Outro confessou que não compreendia aquela linguagem arcaica. Mesmo assim, Farias continuou:

 - ... Os Lusíadas é a epopeia de uma raça, poema épico humanista, com dez cantos, 1.102 estrofes num total de 8.816 versos decassílabos...

Foi interrompido por um aluno menos tímido:

- Desculpa, professor, mas o senhor já leu TUDO ISSO?

- Eu vou lá perder o meu tempo com essa meeeerda - vociferou Farias para estupefação geral. Advertiu para não copiarmos aquela frase no caderno. Fechou parêntese, mudou de personagem e retomou o papel de ator-professor, como se nada houvesse ocorrido. Foi um discutível “tratamento de choque pedagógico” para fazer com que alunos do séc. XX, no Amazonas, pudessem admirar a genialidade de um escritor português do séc. XVI. Com voz impostada e total domínio de cena voltou a exaltar o poema:

- Vocês acham que é uma merda, mas o cara é genial.

Farias recitou de memória o famoso soneto 81 de Camões “Amor é fogo que arde sem se ver”, foi ao quadro negro e o copiou na íntegra. “Amor é ferida que dói, e não se sente”? Começamos a perceber que sentimentos e problemas registrados por Camões eram os mesmos de hoje, embora a linguagem inicialmente pudesse parecer chata e difícil, criando enorme distância entre a língua que falávamos e a escrita poética que, para sua época, foi ousada e inovadora, com um domínio dos recursos da arte da versificação.

- Com um olho só, Camões viu mais longe do que qualquer homem do seu tempo – ensinava Farias de Carvalho, revelando que o poeta perdera o olho direito numa batalha no Marrocos. A aula não havia ainda terminado e um papelzinho já circulava de uma carteira à outra, com uma caricatura, batizando de Camões nosso colega Flávio Farias, que tinha a córnea opaca e era cego de um olho. Aí foi bullying mesmo.

O Belo Adormecido

Terminamos o curso convencidos de que Camões, que atravessara cinco séculos, era eterno. Ele continua presente e celebrado no cenário da literatura em língua portuguesa com a criação do Prêmio Camões, em 1988, pelo Ministério da Cultura de Portugal em parceria com a Fundação Biblioteca Nacional do Brasil. Seu valor é de 100.000 euros, o equivalente a mais de R$ 585.000,00, custeado pelos governos do Brasil e de Portugal. Anualmente, um escritor é escolhido por um jurado composto por 6 especialistas – dois de Portugal, dois do Brasil e dois da África de língua portuguesa. 

Desde sua criação há mais de três décadas, a concessão do Prêmio Camões reflete o peso demográfico e editorial das duas nações lusófonas de forte tradição escrita, com aberturas crescentes para a África. As laureadas foram em 2025 a poeta angolana Ana Paula Tavares e em 2024 a brasileira Adélia Prado.  Agora, em 2026, o jurado do qual tive a honra de fazer parte, seguiu o equilíbrio habitual do rodízio e, por unanimidade, escolheu a escritora portuguesa Lídia Jorge, autora de 13 romances, 7 contos, 3 livros de literatura infantil, 2 de teatro, 1 de poesia e outro de crônicas. A pajé do Marajó, Zeneida Lima, autora de O Mundo Místico dos Caruanas. foi uma das indicadas.

O romance de Lídia Jorge que mais me impactou foi Misericórdia, pela forma de abordar a velhice, a urgência da vida e a resistência até o último suspiro. É um apelo que pede “misericórdia” e compaixão com os mais velhos e trata a velhice não como uma doença, mas como o apogeu da experiência humana.  Sua escrita, marcada por uma prosa poética densa, aborda a condição feminina, o impacto das transformações históricas na vida cotidiana com críticas ao passado colonial de Portugal,

No conto O Belo Adormecido, Lídia Jorge subverte os contos de fadas tradicionais com um enredo focado no desejo, na identidade e em encontros inesperados. No outro livro Marido, publicado com outros contos, a protagonista é uma mulher mais católica que o papa, que trabalha como porteira de um prédio e é oprimida pela violência doméstica do marido alcoólatra.   

De longe, acompanhei pela mídia sua trajetória política em defesa dos Direitos Humanos, contra o racismo, no discurso feito em junho de 2025 como presidente da Comissão Organizadora do Dia de Portugal. É cada dia mais atual seus alertas contra o risco de loucos atingirem o poder e sobre a cultura da mediocridades nas redes sociais com as ondas de fake news. Que o digam Trump, Milei e Bolsonaro.  

- Se eu não fosse escritora, possivelmente seria uma agitadora ou sindicalista – ela declarou, ressaltando, contudo, que prefere atuar na sociedade através da literatura, em vez do ativismo direto.

- Lídia Jorge é uma das maiores glórias da nossa língua, sua escrita opera com uma “consciência vigilante” que habita o coração do presente – declarou ao O Globo o presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Marco Lucchesi, ex-presidente da Academia Brasileira de Letras.

Prêmio polêmico

O Prêmio Camões gerou alguma polêmica em versões anteriores. Três delas merecem registro. O escritor angolano José Luandino Vieira, um dos maiores renovadores da prosa em língua portuguesa, foi laureado em 2006, mas recusou a honraria e não embolsou o valor de 100 mil euros, justificando que aceitar a premiação contrariava toda a sua conduta ética e sua trajetória de vida. Ele permaneceu preso por mais de uma década pelo regime colonial português, que reprimiu sua militância na luta pela independência de Angola. Sua decisão pode ser controversa, mas é digna de respeito e admiração.

O segundo bafafá ocorreu dez anos depois, em 2016, na cerimônia de entrega do Prêmio ao escritor paulista Raduan Nassar, filho de imigrantes libaneses. Em seu discurso, ele chutou o pau da barraca, classificando o governo do então presidente Michel Temer como “um governo ilegítimo nascido de um golpe de Estado”. O ministro da Cultura ali presente, Roberto Freire, coveiro do PCB, bateu boca publicamente com o autor premiado, gerando mal-estar na comitiva portuguesa que assistia à cena.

O terceiro babado – todo mundo recorda - ocorreu com o prêmio concedido a Chico Buarque, em 2019, que gerou um escândalo. Quem assina o diploma, independentemente da nacionalidade do vencedor, é o presidente do Brasil e o ministro da Cultura de Portugal, mas Bolsonaro se recusou a colocar sua assinatura, por considerar Chico um “esquerdista”. A entrega oficial do troféu só ocorreu em 2023, em uma cerimônia solene em Sintra, já no mandato de Lula. Chico agradeceu ao Coiso:

- Valeu a pena esperar. O ex-presidente teve a rara delicadeza de não sujar o meu diploma.

Lídia Jorge não precisa esperar. E certamente vai ficar feliz por ser Lula quem colocará seu jamegão no documento para que ele tenha validade oficial: um diploma limpíssimo.

Referências

I. Geraldo Sá Peixoto Pinheiro. "Imprensa, Política e Etnicidade: portugueses letrados na Amazônia (1885-1936)". Tese defendida na Universidade do Porto. 2011.

II, José R. Bessa Freire, Taquiprati:

1.O quinto mosqueteiro da Amazônia sai do baú. https://www.taquiprati.com.br/cronica/1179-o-quinto-mosqueteiro-da-amazonia-sai-do-bau. Manaus. Diário do Amazonas. 03/01/2016

2.Maravalhas: o fado no Amazonas: https://www.taquiprati.com.br/cronica/1253-maravalhas-o-fado-no-amazonas.  Manaus, Diário do Amazonas. 21/02/2016

3. Portugal, meu avozinho? . https://www.taquiprati.com.br/cronica/559-portugal-meu-avozinho. Manaus. A Crítica. 16/02/1993.

4. O Armando da Bica - https://www.taquiprati.com.br/cronica/975-o-armando-da-bica. Manaus. Diário do Amazonas. 14/04/2012

 

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46 Comentário(s)

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Tito Guimarães Filho (Diário de Minas) comentou:
26/08/2026
Publicado no portal Dialéticos: CRÔNICAS DE MANAUS III: ENTRE POETAS, MANGUEIRAS E CAMÕES O Prêmio Camões e a Literatura Lusófona. Por José Ribamar Bessa Freire O Belo Adormecido https://www.dialeticos.com/post/cronicas-de-manaus-lidia-jorge
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Tito Guimarães Filho (Diário de Minas) comentou:
19/08/2026
Leia nos Portal Dialéticos a segunda parte da trilogia sobre Camões. https://www.dialeticos.com/post/cronicas-de-manaus-farias-de-carvalho
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Martha Azevedo (Unicamp) comentou:
15/08/2026
Maravilhosa como sempre a crônica, gratidão muita por seus textos que nos entretecem e dão corda em nosso coração!
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Tito Guimarães Filho (Diário de Minas) comentou:
11/08/2026
Leia nos Dialéticos hoje: https://www.dialeticos.com/post/cronicas-de-manaus-1-luiz-bacellar - Achei incrível, leia você também!
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Silvia Whitaker comentou:
09/08/2026
Comprei "Misericórdia" de Lídia Jorge e vou começar a ler.
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Elaine Meneghini comentou:
04/08/2026
Encantada com o texto, rico esclarecedor. Uma verdadeira aula. Espalhei pra familia e alguns amigos.
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Vera Nilce Cordeiro Correa comentou:
04/08/2026
Que maravilha de crônica José Bessa ,obrigada por compartilhar, me deleitei com as histórias e personagens do Bairro Aparecida que, vizinho de onde eu morava, conhecia bastante, aliás ate aprendi com sua crônica que Aparecida tinha o nome de Tocos. Sim, Manaus homenageia milicos e personagens de Portugal e poucos nomes da sua cultura. Ri do boca de sentina, coitado com este apelido, hj poucas pessoas sabem o que era uma sentina, rssss. Adorei tb vc contar sobre premio Camões e a laureada deste ano. Obrigada, amo tuas crônicas, me fazem voltar à Manaus. Maria Fernanda Soeiro acho que vc vai gostar desta postagem
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Caio Giulliano Paião comentou:
04/08/2026
· Adorei o Farias de Carvalho de Orson Welles. Não sabia dessa.
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Edmilson Rodrigues comentou:
04/08/2026
O texto está bom, mas o comentário do Paulo Roberto é correto: está muito looooooooongo. Podia dar uns cortes.
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Edna Castro (UFPA) comentou:
04/08/2026
Oi Bessa, amei sua crônica, tão rica e cheia de surpresas na narrativa, humor refinado e imaginação nem se fala.. mas com história vivida e datada. Incrível. Vi uma Manaus que não podia imaginar. Lembrei das fontes de água que vi na cidadezinha de Loriga que é incrustada em rochas, na Serra da Estrela, região de Ceia de onde veio meu avô, de anotações em duas fontes de água agradecendo aos filhos da terra q moravam em Manaus. Entendi q essas relações ainda se mantém … pois com datação recente. [ Um abraço querido. Parabéns pelo belo texto e as ilustrações ótimas.
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Tenório Telles comentou:
03/08/2026
Boa noite, professor. Perdoe a demora. Acabei de ler seu texto sobre Camões, Bacellar e, como dizia Thiago, outras ramagens. Sua crônica é cheia de galhos e folhagens. Gostei muito -- prenhe de humor e memória. Obrigado, velho mestre.
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Marcos Santos comentou:
03/08/2026
Meu caro Babá, vi hoje uma chance de fazer pequena homenagem ao teu trabalho, dando a notícia sobre tua presença no Prêmio Camões, com aquele gostinho juvenil de marcar gol no campo adversário . Segue a crônica, no espaço que conquistamos, carregada da eterna gratidão pela tua pena e as lições que nos destes. Parabéns Ps: É Marcos Santos, teu aluno por um lusco-fusco
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Celeste Correa comentou:
03/08/2026
Que legal esse resgate sobre a presença dos portugueses no bairro de Aparecida, mano... eu sou muito ruim de memória, mas me lembro nitidamente da cara de todos...será que eles te influenciaram para torceres pelo Vascão? rs. Mas o Bacelar pode ter dado o pontapé inicial para o teu contato com a literatura e merece ser nome da rua que hoje é Xavier de Mendonça... como também a R. Alexandre Amorim poderia se chamar R.Moacir Andrade. É...o bairro fez história, né. Poetas, pintores... é preciso fazer uma revisão nos logradouros e glorificar as pessoas que fizeram a história do Bairro de Aparecida.
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Paulo Roberto Pereira (UFF) comentou:
03/08/2026
Meu amigo José Ribamar Bessa. O texto é excelente! Como é muito longo, até agora só li uma parte. O mais interessante é que esse poeta Bacellar, de quem nunca ouvi falar antes e nem consta nas histórias da literatura brasileira, tenha, talvez uma obra poética importante que mereça ser divulgada.
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Solange Bastos comentou:
03/08/2026
Uma delícia te ler! Sou da banda da humanidade pra quem Camões foi castigo em exercícios de análise sintática... perseguindo o sujeito numa oração que só terminava no final da estrofe! Por que não fala que nem gente, diriam seus personagens dos becos da velha Manaus. Mas até o velho caolho se torna atraente com tuas histórias. O que, aliás, é uma boa ideia, um guia lítero-afetivo da cidade. Adoraria conhecê-la! Beijo, amigo inspirador!
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Taquiprati comentou:
03/08/2026
Solange, no Colégio Dom Bosco o sofrimento com a análise sintática era ainda maior. O padre Felinto, professor de português, se atrasava de propósito a entrar na sala para a turma fazer bagunça e ele poder passar um castigo. Colocava no quadro negro, na época lousa. Analisem sintaticamente a frase MEXE QUE MEXE. Ninguém nunca conseguiu resolveu esse mistério e realizar essa tarefa hercúlea. Nem o próprio padre Felinto.
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Andrea Sales comentou:
02/08/2026
Gratidão por compartilhar tão belas memórias/Histórias/relíquias!
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Tito Guimarães Filho (Diário de Minas) comentou:
02/08/2026
Bessa, sempre um genial irmão do seu Camões, do Bacellar, da dona Lídia, do Raduan e de Chico, nosso poeta maior.
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Maria Cláudia Badan Ribeiro comentou:
02/08/2026
Que beleza de texto! Que manejo da sala de aula! Estive na sessão de Anistia do Márcio Souza, José Bessa. O caso dele foi julgado antes do caso da Deda-Valderez Coelho da Paz - minha cunhada presa e torturada no DOI em maio de 1969. Fiquei emocionada de estar ali! Ele era um autor que li na época da escola, ainda adolescente. Gálvez, Imperador do Acre fazia parte de nossas leituras. Depois dei de presente seu livro "História da Amazônia: do Período Pré-Colombiano aos Desafios do Século XXI" ao Cloves de Castro quando ele completou seus 80 anos. Entrevistei a Marilza De Melo Foucher em Paris e li o que a repressão produziu a respeito do grupo de vcs, que junto ao Márcio Souza faziam a Defesa da Amazônia. Era algo muito novo pra época, que deve ter colocado, como colocou, a ditadura muito em cima de vcs, como se já não bastasse o relatório Figueiredo que denunciava todas as atrocidades cometidas... A cegueira de Camões, que olhava o mundo de um olho só, me fez lembrar de uma passagem bem humorada do meu pai intelectual: Zé Hamilton Ribeiro foi convidado para dar uma entrevista. Devia ser algo por volta dos anos 90, ou pelo menos, eu soube disso naquele momento. A jornalista chegou com uma pergunta inoportuna, que não ficou sem resposta...Rsrs Disse ela: " José Hamilton, é difícil ser jornalista com uma perna só?" Zé respondeu de imediato: " seria muito mais difícil com quatro"... Rsrs Abração, meu caro! Adoro seus textos e que memória vc tem!
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Marilza Mello Foucher comentou:
02/08/2026
Só você me leva a ler uma crônica tão longa que chega na rua Carolina e Bandeira branca, foca o Bacellar de pijama na cadeira de balanço...A meninada jogando pelada e se lambuzando de manga ...A história do Bacelar que Thiago de Mello narrou na frente dele e Bacelar se sentiu humilhado e ficou de mal com Thiago por muito tempo...As aulas no Estadual de Farias sobre Camões...Eu lendo e impaciente para o desenrolar final...Você é paidégua, cara, para prender o leitor na tua escrita labiríntica.
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Tadeu Veiga comentou:
02/08/2026
Maravilha, manorréi! Mandei a crônica pro meu cunhado vascaino. Quem sabe ele se anima a ler Camões?
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Iris Kantor comentou:
02/08/2026
Vou usar nas minhas aulas de História Ibérica.
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Astrid Lima comentou:
02/08/2026
Onde era a casa do Bacellar na Xavier? Era a última, ao lado da garagem dos padres? Seria incrível se a Xavier se chamasse Bacellar. Para mim o maior poeta amazonense, é um dos grandes do Brasil, embora não suficientemente conhecido a nível nacional como devia ser. Quando nasci, já não havia mais mangueira, derrubaram e plantaram um benjaminzeiro. Eu nasci em 1968 e ao que parece faziam besteiras há tempos. Imagina trocar uma mangueira, que além de fornecer fruto também é alta e frondosa, por um benjaminzeiro. Mas como você disse “Aparecida c´est moi, c´est nous”, mesmo vivendo eu tantos anos na Itália. Esse bairro, como outros poucos lugares mundo afora, tem a capacidade de “fisgar” a gente Ah Aparecida. Ah, crianças.
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Janine Malan (EGC): comentou:
02/08/2026
Adoro suas histórias. Obrigada por enviar e pela indicação de Lídia Jorge, vou procurar pra ler.
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Ana Jacó comentou:
02/08/2026
- Que emocionante, Bessa. Linda forma de encantar com a prosa da terrinha.
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Mariluce Moura comentou:
02/08/2026
Maravilha de crônica!!! Dá uma vontade enorme de se perder por essa Manaus do passado antes de começar a ler Lidia Jorge.
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Marcos Montysuma comentou:
02/08/2026
Adorei o texto! Fala da rotina, das presepadas de amigos de infância e de erudição que vem de Camões!
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Giustina Zanato comentou:
02/08/2026
- ...que maravilha poder ler e reler TAQUIPRATI
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José Antônio Romero Corso (da Venezuela) comentou:
02/08/2026
Que beleza de texto, professor! Adorei a sua crônica que me trouxe lembranças boas de meu passo por Manaus a caminho do porto onde abordei o barco para chegar em Belém do Pará e daí ao meu destino que era Araguaína-TO, finalizando o mês de março de 2018
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Deusa Sena da Costa comentou:
02/08/2026
Amei! Adorei a tirada do Ivan!
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Naná Soeiro · comentou:
02/08/2026
Que memoria!! Por essa e outras que me mantenho tua fã, Baba
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Heloisa Helena Correa da Silva comentou:
02/08/2026
Aprendi muito lendo sua crônica etnográfica do bairro dos Tocos/Aparecida espaço físico, território, ambiente, cultura, grupos e pessoas. Professor Ribamar Bessa (carinhosamente como nomeou Naná Soeiro, Babá), memória e história poucos têm o privilégio de ter.
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Mara Kambeba comentou:
02/08/2026
Eu nem sabia disso, obrigado pelo texto rico de informação sobre, entre outras coisas, a história da nossa cidade.
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Marilene Correa - comentou:
02/08/2026
Excelente, especialmente denso em sua antropologia da cidade. Saudades e abraço.
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Suelena Reynoso comentou:
02/08/2026
Maravilhoso como sempre. Vontade de voltar a Manaus!
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Núbia Melhem Santos comentou:
02/08/2026
Que beleza de história Bessa!
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Sônia Lopes dos Santos comentou:
02/08/2026
Maravilha, Bessa, com as lembranças do curso de formaçãop de professores Guarani aqui no Rio Grande do Sul.
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Francisco Christo comentou:
02/08/2026
Parabéns por mais uma crônica sensacional.
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Ângela Maria Dile comentou:
02/08/2026
Muito boa, só quero falar duas coisas: o seu Campos não foi mencionado e na foto das quatro irmãs portuguesa a minha cara parece mais a Claudete do que eu, mas sou eu mesma.
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Maria de Jesus (Fufus) comentou:
02/08/2026
Muito bom. Parabéns por tua participação no Jurado do Prêmio Camões de Literatura, eu não sabia.
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Cida Nogueira - comentou:
02/08/2026
Gostei! Crônica interessante, irônica como lhe é peculiar, histórica e educativa. Parabéns! Tem um pouco de tdo, o que torna a leitura interessante.
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Thomaz Nogueira - comentou:
02/08/2026
Uma das melhores crônicas. Um adendo. A relação para quem nasceu no 64 do antigo Chora Vintém, vulgo Beco da Bosta, atual Beco da Industria, mas que para Brígido Nogueira se chamava Rua J G de Araújo (único que recebia correspondência com esse nome), enfim descendo o Beco a Taberna da esquina à esquerda era do Seu Zé Augusto, português casado com a D Suzette, professora.
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Cláudio Nogueira comentou:
02/08/2026
Excelente crônica! Outro dia estávamos a tentar lembrar-nos de todas as famílias portuguesas na Aparecida. Foste muito mais longe; só faltou uma, mesmo no final do beco da Bosta: o José Augusto e a Suzete.
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Nuno A Pereira comentou:
02/08/2026
Neste domingo modorrento a leitura desta deliciosa crônica abriu-me o véu que cobria minha visão de Manaus. Está bem explicado porque o Vasco é o time da preferencia local. Também me transportou aos tempos dos meus estudos secundários quando tive de ler todos os Cantos dos Lusíadas e até tive que decorar , para declamar depois, as estrofes sobre o Nuno Alvares Pereira. Nunca li nada de Lídia Jorge. Fiquei motivado e vou comprar algo de sua autoria. Parabéns Bessa
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Francisco José Christo Fernandes comentou:
02/08/2026
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Ademario Ribeiro Payayá comentou:
02/08/2026
Bessa, Bessa, Bessa, que poder de escrita você tem! Ficamos extasiados com tanta história, poética, humor, sabedoria - atravessando tuas crônicas!!! Grande abraço, mestre!!!
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